29.06.2014

RESENHA: Branca Como a Neve, Vermelha Como o Sangue

BRANCA_COMO_A_NEVEN_VERMELHA_COMO_O_SANG_1360463126BLivro: Branca Como a Neve, Vermelha Como o Sangue
Autor: Alessandro D’avenia
País: Itália
Editora: Bertrand Brasil
Mais informações: Skoob
Sinopse: Se tudo tem uma cor, qual é cor do amor? Para Leo, tudo no mundo tem uma cor. Beatrice é um mistério escrito em tons de vermelho, uma estrela incandescente, que arde a anos-luz de distância. Leo vê-a sempre ao longe, uns olhos verdes que passam, longos cabelos ruivos. Quer alcançá-la, mas não sabe como. E o seu mundo perde a cor, tinge-se de negro, veste-se de branco. Para Leo, o branco é vazio, silêncio, solidão. Também branca é a escola, para onde se arrasta todos os dias na esperança de a ver. Um dia, porém, descobre uma cor inesperada. Não nos amigos – que são azuis, como todos os amigos verdadeiros – mas na voz vibrante e apaixonada de um novo professor. Leo dá-lhe um nome, O Sonhador. E ouve-o falar de grandes homens, de feitos heróicos, conquistas impossíveis. Leo parte à conquista do seu sonho, da sua Beatrice. E lança-se à aventura, sem saber que o amor tem todas as cores do mundo. Sem imaginar que Beatrice afinal esconde um segredo, frio e branco como a neve, vermelho como sangue.

Branca Como a Neve, Vermelha Como o Sangue

Pra quem não viu, eu citei ele na TAG Sentimentos Literários.

Uma amiga comprou, comentou que era bom e eu comprei. Simplesmente devorei o livro em 2 dias. É uma leitura muito rápida e gostosa. É apaixonante a narrativa que D’avenia cria.

O livro é narrado por um monólogo de Léo, um jovem como todos os outros: imaturo, odeia a escola, os professores, só pensa em vencer o campeonato de futebol da escola e conquistar as garotas. Ele consegue criar sensações em cima das cores que dão nome ao tema. Os momentos na escola são engraçadíssimos. Quando entram no assunto da Beatriz, tudo fica mais forte e intenso.

Assim que a leitura discorre, você percebe o amadurecimento de Léo. É capaz de arrancar algumas lágrimas, no momento seguinte te arrancar aquele sorriso emocionante dos lábios.

Eu me apeguei ao ponto de vista de estudante dele, por ser professora e entender bem que é esse o mesmo ponto de vista dos meus alunos. É impossível terminar o livro sem uma sensação de aprendizado e força.

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