18.10.2014

RESENHA: Quero ser Vintage

QUERO_SER_VINTAGEQuero ser Vintage
Autor: Lindsey Leavitt
País: EUA
Editora: Benvirá
Mais informações: Skoob
Sinopse: Depois de descobrir que foi traída virtualmente, Mallory não pensou duas vezes antes de xingar Jeremy em uma rede social e sumir do mapa. Ela decidiu ser totalmente vintage e viver com sua avó quando era adolescente, nos anos sessenta, época em que as relações iam além da superficialidade das redes sociais.

Mas Mallory não imaginava que viver sem tecnologia seria tão difícil. Como fazer as pesquisas da escola sem internet? Como esquentar um lanche sem a praticidade do micro-ondas? Como falar com as amigas sem mensagens do celular ou e-mail?

“Quero Ser Vintage” apresenta as semelhanças e as diferenças dessas duas épocas de maneira muito divertida, mas o que torna a leitura ainda mais irresistível são inesperadas reviravoltas e as relações entre personagens tão reais.”

vintage

Resenha: Duas semanas atrás, recebi uma surpresa super fofa da editora Benvirá ( Saraiva) juntamente com o skoob: o livro Quero ser Vintage, da Lindsey Leavitt.

Quando vi a capa e uma nota da Meg Cabot ( a autora de O diário da princesa ), meu coração deu uma acelerada porque sentia que ali vinha coisa boa.
Li o livro engolindo-o deliciosamente.

Estranho em como uma narrativa pode me lembrar do meu último mês -pós termino de namoro-, a grande paixão pelo mundo vintage, a mania de fazer listas e de uma coisa que aconteceu com um amigo uns anos atrás.
Vou explicar, do último para o primeiro.

Alguns anos atrás um amigo foi cyber traído pela namorada, ela meio que se ‘vendeu’ para o bonequinho que era seu ‘cyber’ namorado e que não era o namorado real. Confuso. Assim como tudo que acontece no momento em que Mallory entra no joguinho tipo ‘Second Life’ que Jeremy joga.

Fiquei chocada a cada novo capitulo com uma lista. Pensa na doida das listas: eu. Faço listas de coisas a fazer, de compras, participo do listography.com . E como Mallory… Não sou boa em terminá-las :s

Eu gosto de desenhar, de costurar e de cozinhar. Sério! Daria qualquer coisa pra fugir dessa modernidade, que é um ‘mal necessário’. Me recusei até um mês atrás de entrar nessa onda de smartphone e whatsap – até o momento que percebi que fui sendo jogada para escanteio e que meus amigos nem lembravam de mim direito :’). Ainda gosto de datilografrar frases na minha máquina de escrever e tenho sono de ser uma maravilhosa dona de casa. Vintage, huh?

E óbvio, o último mês vem sendo bem estranho após o meu término de namoro. Mallory sentiu bem o que minha mente estava se afundando.
Direto ao ponto, o livro é muito gostoso, inclusive com as listas a cada começo de capítulo. Meu coração encheu de alegria a cada sentimento que a autora conseguia expressar em sua personagem principal.

Vale a pena ler.
O que não vale a pena é ficar com gostinho de quero mais… Sem saber as próximas peripécias de Mallory.

E aí, curtiram?

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