17.03.2015

Filme | As virgens suicidas

As virgens suicidasAs virgens suicidas
Dirigido por Sofia Coppola
Ano: 1999
Duração: 97 minutos
Mais informações: Filmow
Sinopse: “Durante a década de 70, o filme enfoca os Lisbon, uma família saudável e próspera que vive num bairro de classe média de Michigan.
O Sr. Lisbon (James Woods) é um professor de matemática e sua esposa é uma rigorosa religiosa, mãe de cinco atraentes adolescentes, que atraem a atenção dos rapazes da região.
Porém, quando Cecília (Hanna Hall), de apenas 13 anos, comete suicídio, as relações familiares se decompõem rumo a um crescente isolamento e superproteção das demais filhas, que não podem mais ter qualquer tipo de interação social com rapazes.
Mas a proibição apenas atiça ainda mais as garotas a arranjarem meios de burlar as rígidas regras de sua mãe.”

As virgens suicidas 1

Vi sobre esse filme no blog da Carol Botelho.

Nunca tinha lido nada a respeito do filme, muito menos o conhecia.

Quando falei pra um amigo que assistiria, disse que foi um filme meio traumatizante pra ele porque tinha visto quando bem novo.

De fotografia delicada, retrata a vida das 5 jovens de uma família segura, até que Cecília, a primeira a partir, acaba acarretando uma série de problemas (resolvendo-os?).

O divertido do filme é não se aproximar tanto do cotiano das meninas, quatro – já que a mais nova se foi. Todo o filme é visto pelo olhar de quatro menino, apaixonados pelas irmãs.

O roteiro destaca mais uma das irmãs, Lux (Kristen Dust ), durante a descoberta do sexo.

O filme é bem poético, então, muito forte para jovens e adultos.

Tudo muito romântico, juvenil e em tom pastel.

E aqui, algumas imagens para que morram de amores, desde já, pelo filme.

As virgens suicidas 2

As virgens suicidas 3

As virgens suicidas 4

”O que nos temos aqui é uma sonhadora. Alguém totalmente fora da realidade”

”O que nos temos aqui é uma sonhadora. Alguém totalmente fora da realidade”

Incapazes de ir para qualquer lugar, as garotas viajavam em suas imaginações.

Incapazes de ir para qualquer lugar, as garotas viajavam em suas imaginações.

Outra parte que gostei muito foi o que reescreverei aqui em baixo. Lembrou-me muito dos platonismos da adolescência.

“Sentimos o aprisionamento de ser uma garota, o jeito que fez isso de sua mente, uma sonhadora.  Então você aprendeu quais cores combinavam. Nós sabíamos que as meninas eram na verdade, mulheres fingindo que conheciam o amor e até a morte e o nosso trabalho era somente criar a impressão do que parecia fasciná-las.
Nós sabíamos que elas sabiam tudo sobre nós.
E que não podíamos entendê-las completamente.”

Apenas… Lindo ♥

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