06.11.2017

O lado negro do chocolate – Documentário

Photo via Visual hunt

Sou chocólatra.

Essa frase tem que ser a primeira de todo esse texto porque com grandes afirmações, temos que ficar atentos com o que consumimos nesse mundo que parece cada vez mais informado, porém não tão justo. 

No Brasil, não lembro de nenhum produto que tinha a etiqueta do Fair Trade ou comentários sobre. Até que no começo desde ano dei de cara com esse documentário (bem na época da páscoa, por sinal) que só não me chocou mais, porque vim de um país em que o trabalho escravo ainda existe SIM em plenos 2017.

Fair Trade ou Comércio Justo: contribuí para o desenvolvimento sustentável ao proporcionar melhores condições de troca e a garantia dos direitos para produtores e trabalhadores marginalizados. É uma alternativa concreta e viável frente ao sistema tradicional de comércio.

Fonte: SEBRAE https://www.sebrae.com.br/

Crianças são vendidas e sequestradas para trabalhar nas fazendas de cacau, obtendo pouco ou nenhum dinheiro em troca e sustentando empresas milhonárias. 

A Costa do Marfim é o maior produtor de cacau do mundo e é responsável por cerca de 42% de toda a produção mundial. O governo da Costa do Marfim afirma que o trabalho escravo infantil é proibido e combatido. 

As sete empresas onde foi identificado o trabalho escravo infantil para a produção de chocolate neste documentário são: Hershey, Mars, Nestlé, ADM Cocoa, Godiva, Fowler’s Chocolate e Kraft.

E desde então não compro absulutamente nada dessas empresas e procuro ler os rótulos, dando preferência aos que tem a etiqueta do Fair Trade da União Européia

Você conhecia o Fair Trade ou O  lado negro do Chocolate – Documentário?! Deixa aqui nos comentários o que você acha de tudo isso!

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