10.08.2016

Resenha: Guia Politicamente Incorreto da História do Brasil

Resenha: Guia Politicamente incorreto do Brasil

Guia Politicamente Incorreto da História do Brasil

Autor: Leandro Narloch
Ano: 2011
Editora: LeYa
Páginas: 367
Mais informações: Skoob (3,8)

Sinopse: Existe um esquema tão repetido para contar a história do Brasil, que basta misturar chavões, mudar datas ou nomes, e pronto. Você já pode passar em qualquer prova de História na escola. Neste livro, o jornalista Leandro Narloch prefere adotar uma postura diferente, que vai além dos mocinhos e bandidos tão conhecidos. Ele mesmo, logo no prefácio, avisa ao leitor: “Este livro não quer ser um falso estudo acadêmico, como o daqueles estudiosos, e sim uma provocação. Uma pequena coletânea de pesquisas históricas sérias, irritantes e desagradáveis, escolhidas com o objetivo de enfurecer um bom número de cidadãos.” É verdade: esse guia enfurecerá muitas pessoas. Porém, é também verdade que a História, assim, fica muito mais interessante e saborosa para quem a lê.Guia Politicamente incorreto da história do Brasil

PARTE GRÁFICA / EDIÇÃO

Por ser uma versão ampliada, na capa mesmo vemos mais personagens da primeira edição. Letras grandes, transformando as 367 páginas em uma leitura fácil, se você está muito interessado no tema.

NARRATIVA, ENREDO, HISTÓRIA E TEMA

O livro tem a escrita leve e divertida. Faz com que despertamos o olhar crítico sobre o que nos é ensinado e dito como verdade. Muitas vezes, o autor tentar mostrar-se “do contra” (como toda polêmica que vem por trás desse livro por ele ser jornalista da Veja) e fundamentar algumas de suas teses sobre mero achismo,especulando alguns fatos sem necessidade.

PERSONAGENS 

O jornalista escreveu sobre vários personagens da história do Brasil desde a época da colonização, até o momento. O leitor vai encontrar um pouco sobre os índios e o tabaco e os escritores famosos escolhidos por bases políticas e que até hoje são consagrados. Na capa podemos ver Carmem Miranda, Lampião e nossa ex presidenta guerrilheira Dilma.

CONCLUSÃO

O autor defende seu ponto de vista a todo momento tornando esse livro uma proposta ousada.

Segue os mesmos moldes da edição da História do Mundo. Tem textos fluentes em alguns aspectos e em outros, é bem chato e arrastado (Guerra do Paraguai, Comunistas, Império zZzz), acaba tomando muito tempo no mesmo assunto sem trazer muitas novidades.

Se você é totalmente leigo sobre a história do Brasil além do que ensinaram na escola, compensa sua leitura.

Já ouvi de Bacharel de História da Arte que Aleijadinho foi algo criado e que nada comprova 100% que ele existiu, assim como Tiradentes viveu por muito tempo isolado em algum lugar de Portugal quando todos pensavam que ele tinha morrido.

Por destruir muitas lições que aprendemos na escola e uma parte do que chamamos de nossa cultura, transforma o livro em polêmica. Infelizmente, muito do que temos e agarramos como ‘nossa história’ foram traços inventados para que tivessemos algum tipo de história para contar. O autor cita suas fontes a todo tempo e defende muito bem seus ideais sobre os temas, não obrigando que acreditem no que está escrito. Guia Politicamente incorreto da história do Brasil

BEDA 2016

08.07.2014

Interrompemos os post’s para um comunicado urgente

Vamos falar sobre a diferença de PATRIOTISMO e FANATISMO!
Ok, não vamos, porque só olhar no dicionário e você vê a enorme diferença de significado entre um e outro.

 

via flickr

via flickr

Muitas pessoas se aproveitaram da COPA DO MUNDO de várias maneiras: desde obras superfaturadas, vendas de vuvuzelas e coisas falsificadas da seleção brasileira até divulgação do seu blog com o look do dia, make up e nail art.

Queria muito que aproveitassem e vissem a decadência em que o país chegou e não pela seleção ter perdido na final.

Me chamam de chata por me preocupar com escola, transporte e saúde. Que não dei o braço a torcer em nenhum dia durante a Copa do Mundo.

Só que aí vem a parte em que separamos gregos de troianos: Eu sou muito mais patriota do que qualquer um que se empolgou durante 90 minutos de jogo ou que comprou uma camisa do Brasil. Eu me preocupo sempre com o DEPOIS.

E DEPOIS da Copa? A FIFA leva a grana toda embora -e não dá nem um pedacinho pra nenhuma das cidades sedes, um país leva a tal taça.

E DEPOIS? Ah, depois… “Deus é quem sabe” não é? Afinal, é Deus que escolhe os políticos que não cuidam dos hospitais, do transporte público e das crianças que não sabem nem ao menos ler na 5º série.

Eu que sou professora, passo todos os dias entrando em sala de aula com medo do ‘DEPOIS‘ porque o nosso país é o único que o professor é um lixo e ser ladrão é bom.

Desculpem-me, era apenas um texto, não um comunicado tão importante… Para a maior parte de vocês.

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