07.07.2014

Como manter a forma morando sozinha?

Pior do que morar com seus pais e sofrer quando fazem alguns docinhos sem pensar na sua reeducação alimentar, ou então você era do tipo consumia mais alimentos frescos e saudáveis quando vivia com seus pais? É provável que sim.
O tema foi estudado até por cientistas: uma pesquisa da Universidade de Cambridge, no Reino Unido, mostrou que quem mora sozinho come menos frutas e verduras.
Os problemas vão além: na despensa, predominam os industrializados, que costumam ter menos nutrientes. Isso sem falar na comida vencida na geladeira!

Então, como manter a forma morando sozinha?

melancia

  • Aposte nos congelados e nos alimentos a vácuo;

Eles são práticos e têm os nutrientes preservados. Batata descascada e mandioquinha a vácuo, por exemplo, é só amassar e misturar com leite e margarina light que viram purê. O ideal é comprá-los em locais onde há variedade e que vendam bem, para que sejam sempre novos.

  • Folhas frescas por mais tempo;

Leve-as e seque-as muito bem, pois os resíduos de água oxidam. O ideal é usar as centrifugas manuais, próprias para folhas, que retiram toda a água.

  • Cuidado extra com vegetais sem casca;

Quando comprar verduras como couve-flor e brócolis, programe-se para prepará-las até o dia seguinte. Cozinhe-as no vapor e jogue gelo nelas – o choque térmico neutraliza as enzimas de degradação. Só depois corte os vegetais e os divida em porções individuais.

  • Frutas sem desperdício;

Compre em pequena quantidade e não descasque. Maçã, pera e kiwi demoram mais para estragar. Escolha apenas uma do tipo que requer consumo rápido, como melancia e melão. Se sobrar, pique e congele. Pode virar suco depois.

  • Cozinha racional;

Prepare uma quantidade maior de comida – arroz, feijão, massa – no fim de semana e divida-a em porções. O que for usar em um ou dois dias, coloque na geladeira. E o restante no congelador.

  • Kit básico;

Alho, cebola, ovos, pão, tomate, azeite, queijo e ervas-frescas podem ser usados em diversos pratos. Tenha sempre em casa.

  • Aproveite bem as sobras;

“Alguns exemplos: omelete de legumes com tomate, uma pitada de queijo e alho, alho amassado, tomate e berinjela; ou sopa com frango e verduras.

Gostou ou ficou com alguma dúvida? Deixe seu comentário.

18.06.2014

GULA: Agora você tem a quem culpar

Não, não vou dar aulas sobre assuntos considerados ‘chatos’ mas para explicar sobre o que alguns consideram ‘pecado’ seguindo preceitos e dogmas de religiões, vamos voltar pelo menos 5 milhões de anos…

A Gula e a Evolução Humana

gula

Os seres humanos nunca estiveram tão gordos!
Estudos dizem que existe 1,5 BILHÃO de obesos contra 925 milhões de desnutridos no MUNDO ( Segundo relatório da Cruz Vermelha, 2011)!!!

A gordura corporal que hoje é vista como vilã é uma das razões do sucesso da nossa evolução: se não fosse a capacidade de guardar energia, nossos antepassados não teriam sobrevivido e não estaríamos aqui para contar história – ou comer um lanche do Burguer King.

A Gula não é apenas um capricho do homem: é o nosso instinto animal mandando guardar a maior quantidade possível de energia. Nossos antepassados precisaram se adaptar a uma série de mudanças climáticas, como grandes períodos de seca, e resistir a temporadas extensas de fome.

Agora vamos á explicação da nossa vontade de comer um chocolate em vez de brócolis: nossos ancestrais que experimentavam gordura e açúcares tiveram maior eficiência na sobrevivência.

Com a agricultura, a comida deixou de ser escassa, mas nossa necessidade de estocar gordura continua firme e forte! E a necessidade de estocar gordura continuou presente…

*coma

*coma

Mas, além dos genes, a resposta para a obesidade pode estar no cérebro. A falha é causada pelo excesso de gordura saturada – encontrada em fast-food- e acontece quando o cérebro se torna resistente á lepotina, hormônio produzido no tecido adiposo e que indica ao hipotálamo (partezinha do cérebro que controla a fome e o gasto energético) o quanto ja temos de energia estocada e por que devemos parar de comer. Com esse desiquilíbrio, o cérebro não registra mais o quanto há de gordura estocada – e que prejudica a sensação de saciedade.

E definitivamente: comer exageradamente não é a unica causa da obesidade mas a doença sofre influência de agentes que independem do modo de vida do indivíduo como: hereditariedade ( dá uma olhadinha nas fotos antigas dos seus pais, tios e tias…), fatores ambientais, biológicos e comportamentais.

Entre duas e seis horas depois de comer lá vem a fome de novo! E conforme comemos, o corpo emite sinais de saciedade:
1º sinal – IMEDIATO: Logo que a comida chega ao estômago, os níveis de grelina ( o hormôniozinho da fome ) diminui. Comer devagar faz o corpo notar que está satisfeito.
2º sinal – INTERMEDIÁRIO: O alimento chega no duodeno. Nessa etapa, a insulina e a leptina vão indicar ao hipotálamo que já estamos satisfeitos.
3º sinal – TARDIA: A leptina leva ao sistema nervoso central a informação sobre a quantidade de energia que está sendo estocada e nos faz comer menos. A Gula, ou melhor, a falha no processo de informação para o cérebro nos faz perder o controle sobre a fome e a saciedade.
Espero que esse textinho com informações calmamente colhidas por mim, satisfaça cada um de vocês com a Gula do saber.

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